Naquilo que acho erradamente que se chamava de bleg na época dos blogs, pergunto: alguém sabe se há um professor de Jogo do Pau em São Paulo? E não havendo, talvez um de La Canne de Combat? Ou é pedir muito desta cidade furrecamente desprovida de gente se batendo de bengala?
E, mudando de assunto – se você ficar um tempo sem postar, será que podia não mencionar os seus “3,5 leitores”? Só pra ver o que acontece? Hein?




A propósito:
http://homemdeazul.blogspot.com/2009/04/en-garde.html
Abraços
Obrigado, N. Já tinha visto o vídeo, mas sempre é bom ler sobre outro brasileiro com o mesmo interesse. Abraço.
Se não mencionar seus 3,5 leitores sua mãe não aparece na caixa de comentários dizendo que a firma dela inteira (ou seja, cinco pessoas) te lê e que você é um gênio.
Ha. Adorei o ‘3,5 leitores’. É um dos bordões daquele anencéfalo que adora falar em anaeróbios.
É muito legal, hein. Testamos aqui no escritório com tubos de papelão, mas som infantil do choques entre eles é ridículo, parecendo uma luta com bexigas; a alternativa era o uso de reguas metálicas, as daí já é esgrima, só que com duas mãos – e o mestre aí só faz o que faz porque usa o bastão com a empunhadura e com movimentos de defesa do kendo.
De resto, tenha um bom ano.E o senhor poderia talvez ter a gentileza de postar mais que 3,5 posts neste que começa, não?
Sei lá. Estou vendo 3 comentários, então devo ser o ,5…
O título do post é muito bom!
Bem vindo de volta, old top. =)
Abraços,
Márcio Guilherme.
Alberto,
Ah, eu tenho uma bengala que a minha mãe comprou quando quebrou o pé trinta anos atrás. Gostosamente pesada. Fico brandindo no ar o dia inteiro.
Alberto, e Márcio – bom ano novo! E obrigado pela ajuda técnica, Márcio.
Ah, comentários pendentes. Aprendendo como funciona isto aqui. Bom ano novo!
Acho que o equivalente feminino (físico) da bengala é a sombrinha, que não uso. Mas uso chapéu. De verdade. É bonitinho. Nunca dei bengaladas em ninguém, mas quando chegar uma certa idade, quero ser uma daquelas senhoras que usa bengala, lenço de seda e luvas. Daquelas com olhar fuzilante que desaprovam explicitamente as pessoas enquanto sorriem amavalmente. Minha bisavó era assim, tinha a fama de mulher terrível. A verdadeira bengalada feminina é o olhar.